terça-feira, 8 de maio de 2012

O QUE É UM AQUÍFERO?

Aquífero é uma formação geológica do subsolo, constituída por rochas permeáveis, que armazena água em seus poros ou fraturas. Outro conceito refere-se a aquífero como sendo, somente, o material geológico capaz de servir de depositório e de transmissor da água aí armazenada.
Assim, uma litologia só será aquífera se, além de ter seus poros saturados (cheios)de água, permitir a fácil transmissão da água armazenada.
Um aquífero pode ter extensão de poucos quilômetros quadrados a milhares de quilômetros quadrados, ou pode, também, apresentar espessuras de poucos metros a centenas de metros.
Etimologicamente, aquífero significa: aqui = água; fero = transfere; ou do grego, suporte de água.
Os aquíferos mais importantes do mundo, seja por extensão ou pela transnacionalidade, são: o Guarani - Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai (1,2 milhões de km2); o Arenito Núbia Líbia, Egito, Chade, Sudão (2 milhões de km2); o KalaharijKaroo-Namíbia, Botswana, África do Sul (135 mil km2); o Digitalwaterway vechte - Alemanha, Holanda (7,5 mil km2); o Slovak_Karst-Aggtelek -República Eslováquia e Hungria); o Praded - República Checa e Polônia (3,3 mil km2) (UNESCO, 2001); a Grande Bacia Artesiana (1,7 milhões km2) e a Bacia Murray (297 mil km2), ambos na Austrália. Em um recente levantamento, a UNECE da Europa constatou que existem mais de 100 aquíferos transnacionais naquele continente

GEOLOGIA GERAL E DO BRASIL


O conhecimento sobre os fenômenos geológicos que explicam como a Terra "funciona" acabam por causar uma modificação real nas relações que cada indivíduo apresenta com o meio ambiente.
É comum que as pessoas tenham uma visão utilitária e imediatista sobre os elementos que formam a Natureza, mas o indivíduo consciente do significado dos processos naturais sente que faz parte do meio ambiente e com isso passa a ter um cuidado maior em suas atividades cotidianas.
Todas as atividades humanas interferem nos processos naturais e trazem consequências, maiores ou menores, desejáveis ou indesejáveis, em prazos mais longos ou mais curtos.
O conhecimento geológico nos permite entender a natureza da localização e oferta de uma infinidade de recursos naturais essenciais à manutenção da qualidade de vida de nossa sociedade. Como exemplo podemos citar os solos, os recursos hídricos, minerais e energéticos.
A Geologia permite compreender e contribuir para a prevenção de catástrofes associadas a uma grande diversidade de riscos naturais, tais como sismos, erupções vulcânicas, deslizamentos de encostas, além daqueles com repercussões na saúde pública.
Os conhecimentos geológicos permitem determinar os melhores e mais seguros locais para a construção de edifícios e outras infraestruturas civis, onde se localizam os melhores locais para a deposição de resíduos, onde se podem construir túneis etc. Por fim podemos afirmar que o conhecimento geológico é estruturante da sociedade e está na base do Ordenamento do Território.

terça-feira, 6 de março de 2012


Escala cartográfica

Como interpretar reduções em mapas



O mapa é uma imagem reduzida de uma determinada superfície. Essa redução - feita com o uso da escala - torna possível a manutenção da proporção do espaço representado. É fácil reconhecer um mapa do Brasil, por exemplo, independente do tamanho em que ele é apresentado, pois a sua confecção obedeceu a determinada escala, que mantém a sua forma. A escala cartográfica estabelece, portanto, uma relação de proporcionalidade entre as distâncias lineares num desenho (mapa) e as distâncias correspondentes na realidade.

As escalas podem ser indicadas de duas maneiras, através de uma representação gráfica ou de uma representação numérica.
Escala gráfica A escala gráfica é representada por um pequeno segmento de reta graduado, sobre o qual está estabelecida diretamente a relação entre as distâncias no mapa, indicadas a cada trecho deste segmento, e a distância real de um território. Observe:


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De acordo com este exemplo cada segmento de 1cm é equivalente a 3 km no terreno, 2 cm a 6 km, e assim sucessivamente. Caso a distância no mapa, entre duas localidades seja de 3,5 cm, a distância real entre elas será de 3,5 X 3, ou 10,5 km (dez quilômetros
e meio). A escala gráfica apresenta a vantagem de estabelecer direta e visualmente a relação de proporção existente entre as distâncias do mapa e do território.

Escala numérica A escala numérica é estabelecida através de uma relação matemática, normalmente representada por uma razão, por exemplo: 1: 300 000 (1 por 300 000). A primeira informação que ela fornece é a quantidade de vezes em que o espaço representado foi reduzido. Neste exemplo, o mapa é 300 000 vezes menor que o tamanho real da superfície que ele representa.

Na escala numérica as unidades, tanto do numerador como do denominador, são indicadas em cm. O numerador é sempre 1 e indica o valor de 1cm no mapa. O denominador é a unidade variável e indica o valor em cm correspondente no território. No caso da escala exemplificada (1: 300 000), 1cm no mapa representa 300 000 cm no terreno, ou 3 km. Trata-se portanto da representação numérica da mesma escala gráfica apresentada anteriormente.


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Caso o mapa seja confeccionado na escala 1 300, cada 1cm no mapa representa 300 cm ou 3 m. Para fazer estas transformações é necessário aplicar a escala métrica decimal:


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                                                                                       ou
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Aplicação da escala

A escala (E) de um mapa é a relação entre a distância no mapa (d) e a distância real (D). Isto é:

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As questões que envolvem o uso da escala estão geralmente relacionadas a três situações:

1. Calcular a distância real entre dois pontos, separados por 5 cm (d), num mapa de escala (E) 1: 300 000.
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2. Calcular a distância no mapa (d) de escala (E) 1: 300 000 entre dois pontos situados a 15 km de distância (D) um do outro.

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3. Calcular a escala (E), sabendo-se que a distância entre dois pontos no mapa (d) de 5 cm representa a distância real (D) de 15 km.
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Grande e pequena escala
Para a elaboração de mapas de superfícies muito extensas é necessário que sejam utilizadas escalas que reduzam muito os elementos representados. Esses mapas não apresentam detalhes e são elaborados em pequena escala. Portanto, quanto maior o denominador da escala, maior é a redução aplicada para a sua elaboração e menor será a escala.

As escalas grandes são aqueles que reduzem menos o espaço representado pelo mapa e, por essa razão, é possível um maior detalhamento dos elementos existentes. Por isso, são aquelas cujo denominador é menor. As escalas maiores normalmente são denominadas de plantas que podem ser utilizadas num projeto arquitetônico ou para representar uma cidade. De acordo com os exemplos já citados a escala 1: 300 é maior do que a escala 1: 300 000.

A escolha da escala é fundamental ao propósito do mapa e ao tipo de informação que se pretende destacar. Numa pequena escala o mais importante é representar as estruturas básicas dos elementos representados e não a exatidão de seu posicionamento ou os detalhes que apresentam. Aliás, o detalhamento neste tipo de mapa compromete a sua qualidade e dificulta a sua leitura. Numa grande escala, como plantas de uma casa ou de uma cidade, existe uma maior preocupação com os detalhes, mas assim mesmo as informações devem ser selecionadas para atender apenas o objetivo pelo qual foram elaboradas.



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

BIOGEOGRAFIA

A Biogeografia e um ramo da Geografia Fisica que se encontra na interface de diversas

disciplinas cientificas: Biologia, Ecologia, Geologia e Paleontologia, dentre outras. Na verdade

ela se constitui num elo entre a Geografia Fisica e a Geografia Humana. A Biogeografia cresceu

e mudou muito nas ultimas duas decadas. Muitos fatores possibilitaram esta mudanca. Seu estudo

envolve o conhecimento da reparticao no passado e atual das plantas e dos animais pelos

variados ambientes da Terra, como dos fatores que intervem nesse processo.

domingo, 28 de agosto de 2011

HIDROGRAFIA

A Hidrografia é a parte da Geografia Física que abrange, em especial, as propriedades,
fenômenos e distribuição da água na atmosfera, na superfície da Terra e no seu subsolo.
Sua importância está relacionada com o papel da água na vida humana. Ainda que os fenômenos
hidrológicos mais comuns como as chuvas e o escoamento dos rios possam parecer suficientemente conhecidos devido à regularidade com que se verificam, basta lem
brar os efeitos catastróficos das grandes cheias e das estiagens para se constatar quanto o Homem precisa entender sobre as leis naturais que regem aqueles fenômenos e a necessidade de se aprofundar o seu conhecimento.

FUNDAMENTOS BÁSICOS

Persiste em nossa sociedade a falsa idéia de que os recursos hídricos são infinitos. Comprovadamente
existe muita água em nosso planeta, no entanto menos de 3 % da água do mundo é
doce, sendo que desse total mais de 95% apresenta-se congelada nos pólos e no topo das grandes
montanhas ou “aprisionada” em rios e lagos subterrâneos, o que dificulta sua utilização
pelo Homem.
VEJA O ESQUEMA A SEGUIR

HIDROGRAFIA

A questão da água no atual contexto ambiental e geopolítico mundial se configura numa
das maiores preocupações da nossa sociedade.
A água é fundamental para a manutenção da vida em toda a sua diversidade. Na água
surgiram as primeiras formas de vida, e a partir dessas, originaram-se as formas terrestres, as
quais somente conseguiram sobreviver à medida que puderam desenvolver mecanismos fisiológicos
que lhes permitiram retirar água do meio e retê-la em seus próprios organismos. A
evolução dos seres vivos sempre foi dependente da água.
Como recursos geoestratégicos, a água mostra sua importância desde meados do século
XX, ainda que as principais disputas internacionais dessa época tenham ocorrido pela disputa
de outros recursos naturais como o petróleo. A partir desse ponto de vista, podemos entender
que o século XXI, que poderá ser marcado pela escassez da água, terá como foco de tensão
justamente a disputa/ rivalidade entre as nações sobre a posse dos recursos hídricos.
Essas questões levam à necessidade de o cidadão entender e posicionar de maneira crítica
sobre questões tão importantes como a manutenção dos recursos naturais. Apropriar-se do
saber existente sobre os recursos hídricos é indispensável ao graduando de Geografia, cujo
objeto de estudo é o “espaço enquanto morada do homem”.

domingo, 31 de julho de 2011

CARTOGRAFIA: CONCEITOS E DEFINIÇÕES

O conceito de Cartografia tem suas origens intimamente ligadas às inquietações que
sempre se manifestaram no ser humano no tocante a conhecer o mundo que ele habita.
Atualmente é aceito sem maiores contestações o conceito estabelecido em 1966 pela Associação
Cartográfica Internacional (ACI), sendo este ratificado pela UNESCO, no mesmo
ano.
A Cartografia apresenta-se como um conjunto de estudos e operações científicas,
técnicas e artísticas que, tendo por base os resultados de observações
diretas ou da análise de documentação, se voltam para a elaboração de mapas,
cartas e outras formas de expressão ou representação de objetos, elementos,
fenômenos e ambientes físicos e socioeconômicos, bem como a sua
utilização (IBGE, 2004, p. 22).

A CARTOGRAFIA E SUA IMPORTÂNCIA PARA A GEOGRAFIA

Atualmente, podemos afirmar com muita segurança que o mapa é, de todas as modalidades da comunicação gráfica, uma das mais antigas da humanidade. Baseado em abundantes evidências arqueológicas, podemos dizer que todos os povos, sem exceção, nos legaram mapas.
A iniciativa do homem em confeccionar mapas parte da necessidade de registrar feitos, como caçadas, localizar fontes de água e alimentos, lugares onde passou etc. Esses mapas primitivos eram normalmente orientados por acidentes naturais, como rios, montanhas e desfiladeiros.
É de origem babilônica o mapa considerado mais antigo, o mapa mesopotâmico de Ga-Sur, um tablete de argila cozida com a representação de duas cadeias de montanhas e, no centro delas, um rio, provavelmente o Eufrates. Entretanto, um artefato cartográfico achado em 1963 por James Mellaart em Ankara, na Turquia, durante a escavação de Catal Hyük em Anatólia, colocou em dúvida esta condição, pois, com menos detalhes e em maior escala, o mapa é uma parede pintada com aproximadamente 2,70 m de comprimento datando de 6.200 + 97 A.C. (determinado por testes de carbono 14).

sábado, 18 de junho de 2011

O que é ser cidadão?

Para muitos, isso se confunde com o direito de votar. Mas
quem já teve alguma experiência política – no bairro, na igreja, na escola, no sindicato, etc.
– sabe que o ato de votar não garante nenhuma cidadania se não estiver acompanhado de
determinadas condições, como o direto à educação, à saúde, à habitação, ao lazer, à
igualdade perante a lei, sobre o seu próprio corpo e à vida, etc.

Geografia

O Que é Geografia Política...?
É um dos ramos da Geografia Social ou Humana que busca compreender as relações
de poder no espaço geográfico.
A Geografia Política visualiza o Estado através da organização do espaço.
Os processos principais ligados ao poder são objetos de estudo da Geografia

terça-feira, 14 de junho de 2011

Demografia do Maranhão

Relevo do Maranhão

Com altitudes reduzidas e topografia regular, apresenta um relevo modesto, com cerca de 90% da superfície abaixo dos 300 metros. Apresenta duas regiões distintas: a planície litorânea e o planalto tabular.
A primeira delas, ao norte, compreendendo toda região litorânea, é formada por planícies de baixas altitudes marcadas por extensas praias, tabuleiros e baixadas alagadiças. Destaca-se em especial as grandes extensões de dunas e as baías de São Marcos e São José. Nesta região encontra-se uma das três ilha-capitais do Brasil, a Ilha de São Luís (ou Upaon-Açu na língua tupinambá), onde estão localizados os municípios de São Luís (capital do estado), Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar. Ao nordeste do estado maranhense encontra-se uma interessante formação geológica de dunas e lagoas de água doce sobre uma área de 155 mil hectares, os Lençóis Maranhenses, também conhecida como deserto brasileiro.
No centro-sul nota-se a predominância do relevo de planaltos e chapadas com formação de serras e abrangendo uma porção do Planalto Central brasileiro. Pode-se obter uma boa noção do relevo maranhense através de uma imagem de satélite onde se evidenciam as duas regiões mencionadas.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Geografia do Maranhão

O oeste maranhense está dentro da área de atuação do clima equatorial com médias pluviométricas e térmicas altas. Já na maior parte do Estado, se manifesta o clima tropical com chuvas distribuídas nos primeiros meses do ano, mas o estado não sofre com períodos de seca.
Do ponto de vista ecológico, o Maranhão apresenta uma grande diversidade de espécies de plantas e animais. Na região oeste do estado estão demarcados de 300 mil hectares de terra referentes à Reserva Biológica do Gurupi, que é o que restou da floresta amazônica no Maranhão.

Maranhão

Etimologia:
Não há só uma hipótese para a origem do nome do estado do Maranhão. A teoria mais aceita é que Maranhão era o nome dado ao Rio Amazonas pelos nativos da região antes dos navegantes europeus chegarem ou que tenha alguma relação com o rio Marañón no Peru. Mas há outros possíveis significados como: grande mentira ou mexerico segundo o português antigo. Outra hipótese seria pelo fato do Estado ter um emaranhado de rios. Também pode ser referente ao caju, fruta abundante no litoral ou ainda mar grande ou mar que corre.
No contexto da história do Brasil, porém, o nome deriva dos tempos coloniais em que o Brasil esteve dividido entre apenas duas entidades administrativas: o Estado do Maranhão, ao norte, e o Estado do Brasil, ao sul. Com o fracionamento do antigo Estado do Maranhão-Grão Pará, formou-se a capitania e logo província do Maranhão, que até então incluía o território do hoje vizinho Estado do Piauí

Maranhão

Sua capital é São Luís e outros importantes municípios são Imperatriz, Caxias, Timon, Codó, Santa Inês, Bacabal, Balsas, Chapadinha, e Barra do Corda, além de outras cidades da Região Metropolitana do Sudoeste Maranhense como Açailândia, que possui o segundo PIB do estado.

Maranhão

Localizado entre as regiões Norte e Nordeste, o Maranhão tem o privilégio de possuir, devido a exuberante mistura de aspectos da geografia, a maior diversidade de ecossistemas de todo o País. São 640 quilômetros de extensão de praias tropicais, floresta Amazônica, cerrados, mangues, delta em mar aberto e o único deserto do mundo com milhares de lagoas de águas cristalinas. Essa diversidade está organizada em cinco pólos turísticos, cada um com seus atrativos naturais, culturais e arquitetônicos, muitos ainda por serem descobertos. São eles: O Pólo turistico de São Luís, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, O Parque Nacional da Chapada das Mesas, O Delta do Parnaíba e o Pólo da Floresta dos Guarás.

Maranão

A origem do Maranhão tem por base a luta entre povos, a luta pelo território. No ano do descobrimento do Brasil, os espanhóis foram os primeiros europeus a chegarem à região onde hoje se encontra o Maranhão. Somente trinta e cinco anos depois, que os portugueses tentaram ocupar o território, sem êxito. E a partir disso, em 1612, os franceses ocuparam definitivamente o Maranhão, originando a França Equinocial. A ocupação foi num cenário de lutas e tréguas entre portugueses e franceses durante três anos e, no ano de 1615, os franceses retomaram definitivamente a colônia.

Maranhão

O Maranhão é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado no oeste da região Nordeste e tem como limites ao norte o Oceano Atlântico, a leste o Piauí, a sul e sudeste o Tocantins e o Pará ao oeste. Um pouco maior que a Itália e um pouco menor que a Alemanha, o Estado ocupa uma área de 331.935,507 km²[1], sendo o 2º maior Estado em extensão do Nordeste e o 8º do País. É o 4º Estado mais rico (PIB) do Nordeste e a 16ª maior economia (PIB) do Brasil.

Geopolítica

Geopolítica é um campo de conhecimento multidisciplinar, que não se identifica com uma única disciplina, mas se utiliza principalmente da Teoria Política e da Geologia & Geografia[1] ligado às Ciências Humanas, Ciências Sociais aplicadas e Geociências.A geopolítica considera a relação entre os processos políticos e as características geográficas — como localização, território, posse de recursos naturais, contingente populacional -, nas relações de poder internacionais entre os Estados e entre Estado e Sociedade.
O termo "Geopolítica" foi criado pelo cientista político sueco Rudolf Kjellén, no início do século XX, inspirado pela obra de Friedrich Ratzel, Politische Geographie (Geografia Política), de 1897.
As teorias geopolíticas costumam considerar o Estado enquanto organismo geográfico, ou seja, partindo do estudo da relação intrínseca entre a geografia e o poder. Método de análise que utiliza os conhecimentos da Geografia Física e da Geografia Humana para orientar a ação política do Estado